planeta mARTE! Helmut Newton

“Conheci” Helmut Newton em 1996, num ensaio onde a Kate Moss reinterpretava algumas das fotografias dele.

Me lembro bem de ter torcido o nariz para algumas que tinham um quê mais fetichista ou meio puxado pro sadomasoquismo, mas também me lembro de ter me encantada com várias outras onde a sensualidade era algo implícito, onde as fotos davam margens à interpretações diferentes do contexto.

O contraste preto e branco e o ar cinquentinha das fotos também fazem a gente viajar numa época de pin-ups e uma curiosidade fantasiosa em torno do burlesco.

Daí que de 24 de março a 17 de junho rolou no Grand Palais, em Paris, uma exposição com uma retrospectiva das melhores fotos de Newton. Me encantei pelo vídeo e morro de ódio de morar numa cidade com um movimento cultural tão pobre quanto BH. Mas… fazer o que, né? O jeito é se contentar com os vídeo-teasers que aparecem por aqui e torcer para que essa exposição venha para alguma vizinha com a vibe cultural mais aguçada que a nossa!

Ah! Quem souber de quem é a música do vídeo, me conta?

Helmut Newton (Berlim, 31 de outubro de 1920 — Los Angeles, 23 de janeiro de 2004), nascido Helmut Neustädter, foi um fotógrafo de moda alemão, naturalizado australiano, famoso por seus estudos de nus femininos.

Filho de um fabricante de botões judeu-alemão e de uma americana, desde muito jovem interessou-se por fotografia, tendo trabalhado para a fotógrafa alemã Yva (Else Neulander Simon).

Fugiu da Alemanha em 1938 para escapar à perseguição nazista aos judeus; trabalhou por algum tempo em Cingapura, como fotógrafo da Straits Times, antes de se estabelecer em Melbourne, Austrália.

Ao chegar à Austrália, ficou internado em um campo de concentração, assim como muitos outros “estrangeiros inimigos”. Posteriormente serviu ao exército australiano como motorista de caminhão, durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1946 instalou um estúdio fotográfico no qual trabalhou principalmente com moda, nos afluentes anos pós-guerra. Pouco tempo depois tornou-se cidadão australiano.

Nos anos seguintes viveu em Londres e Paris, e trabalhou para a Vogue francesa.

Criou um estilo muito particular de fotografia, marcado pelo erotismo, freqüentemente com alusões sado-masoquistas e fetichistas. Sua notoriedade aumentou nos anos 1980 com a série “Big Nudes”.

Passou os últimos anos de sua vida em Monte Carlo e Los Angeles. Morreu em um acidente de automóvel na Califórnia. Suas cinzas foram enterradas em Berlim, Alemanha.

Fonte: Wikipédia

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